É bom saber que não estamos sós na luta pela preservação ambiental e talvez você tenha uma idéia economicamente viável para compartilhar conosco.
Eu, Wilson Tarciso Giembinsky e minha esposa Benedita somos produtores rurais, biólogos, ambientalistas conscientes e preservacionistas.
Possuímos uma área de aproximadamente 600 hectares de cerrado que estamos recuperando e preservando desde 1978.
Quando a compramos era uma área de cerrado ralo e degradado por fogo colocado todo ano para pastejar a brotação.....
Deixamos a vegetação nativa, protegemos as veredas e conservamos o solo fazendo que a água penetrasse nele, elevando o lençol freático e recuperando nascentes.
O cerrado, antes ralo e praticamente inexistente se recuperou e agora preservado, ocupa a maior parte da área, com vegetação vigorosa e exuberante.
Nas margens das veredas recuperamos e deixamos uma faixa de cerrado de 180 a 200 metros, quando a obrigação legal aqui é de 80 metros.
Nesta área além da flora há uma fauna rica e diversificada, oncinhas pardas, (que comem meus bezerros e carneiros) tatus, capivaras, veados, lobos, raposas, tamanduás, quatis, gambás, macacos, sagüis, lontras, lagartos, teiús, jacarés, sapos, rãs, pererecas, peixes diversos, sucuris, jibóias, cascavéis, corais, jaracuçus, e diversas cobras não venenosas, emas, seriemas, perdizes, codornas, nambus, carcarás, papagaios, araras, tucanos, beija-flores, pica-paus, garças, quero-queros, curicacas, saracuras, e outras diversas aves, abelhas nativas e outros insetos.....
Há um gafanhoto campainha que nunca vi em outro local, canta parecendo um telefone, uma lagartixa (não é lagarto) que passa de 20 centímetros de comprimento.
A vereda do Bimba, coordenadas 17º30’sul, 46º57’ oeste, que só existia na época das chuvas... É perene a mais de 15 anos!
Combatendo as erosões, construindo curvas de nível, bacias de contenção, recuperando a vegetação ciliar até 200 metros das margens e construindo pequenas barragens com sacrifício, dinheiro do próprio bolso e ajuda de vizinhos, (alguns meiaram o diesel) conseguimos torná-la perene, a ponto de vizinhos novos, que já desmataram quase tudo, a usarem para irrigação via pivô central. E continuam desmatando, em breve serão 3 pivôs nesta vereda que antes de 1984 era intermitente. Eu os avisei...
Usávamos aproximadamente 350 hectares na produção de boi verde em cruzamento industrial, nos pastos cultivados com curvas de nível, microbacias e sombreamento. O cerrado esta se recuperando nestes 350 hectares também.
Estamos revertendo o efeito estufa, deixamos de produzir metano e estamos fixando carbono.
No entanto, para continuarmos a recuperar e preservar como todos querem precisamos tornar esta preservação economicamente viável, (vender créditos de carbono, vender cotas de preservação, vender árvores preservadas, vender produção de água pura, patrocínios de preservação, etc...) ou vender a área. Somos teimosos, estamos tentando, mas esta difícil!
Temos recebido propostas de pecuaristas, agricultores, madeireiros e usineiros, mas não gostaríamos de ver isto tudo que recuperamos e preservamos ser depredado, destruído como vem acontecendo nos vizinhos.
Já tentamos créditos de carbono, ONGS preservacionistas, SOS cerrado, ambientalistas e nada!
Até agora não obtivemos sucesso e can$$amos......
Gente que só fala em preservar a área dos outros... Gente que, mobiliza a opinião pública para obter apoio para suas denúncias, mas na hora de agir, de investir, de colocar o discurso em prática, na preservação, no que interessa.... Nada.
Quer água limpa para beber mas nunca bloqueou e recuperou uma erosão, nunca fez uma curva de nível, uma bacia de contenção, uma barraginha, nunca recuperou uma nascente.....
E nem sabe quanto custa tudo isto.
Quer ar puro para respirar, reverter o efeito estufa, mas não preserva e nem paga para quem preserva, só fala, grita, acusa, quer que os outros preservem.
Na hora de colocar o $eu... Não coloca...
Todos eles querem preservar o meio ambiente com o bol$o dos outros, não dão nem uma mãozinha pra preservar pelo menos a água potável para seus netos...
Veja fotos da fazenda WB Traíras anexas e mais na minha página do banco do planeta acessando:,
www.bancodoplaneta.com.br/profile/WilsonTarcisoGiembinsky
Verá áreas de agricultura e pastagens dos vizinhos, onde deveriam ser matas ciliares e em contraste, ao fundo, as áreas de cerrado que recuperamos e preservamos.
Aceitamos sugestões, parcerias, idéias economicamente viáveis, de preferência a curto prazo, ou mesmo vender para quem continue a preservar....
Sabe como? Tem idéias? Tem meios? Faz parceria? Pode ajudar?
Conhece alguém que pode? Tem contatos? Pode neutralizar sua emissão na minha área?
Wilson Tarciso Giembinsky
Fazenda WB Traíras
Caixa postal 115
38600-000 Paracatu MG
tel. 38-9962 5440 ou 34-9805 1074 quando funcionam.....
wbtrairas@yahoo.com.br
“A Amazônia e outras florestas brasileiras estão ameaçadas por um projeto de lei que, se aprovado, autorizará a derrubada de até 50% da vegetação nativa. Contamos com você na divulgação da campanha Meia Amazônia NÃO.
Você pode ajudar!! Veja como em minha página.....Click Aqui!
Quando a natureza despertou
Ele adormeceu em devaneios
Bombardeado com os seus encantos.
Despertado ele passou a observá-la
Em cada detalhe
Em cada canto.
Seus olhos: era o sol
A terra: sua pele trigueira
Seus cabelos: as matas
Os rios: o sangue que lhe corria
Seus pulmões: o ar fresco
Sua voz: o vento
A chuva... Seu pranto!
Ele percorreu a floresta
Subitamente, no meio do caminho
A encontrou deserta
A natureza começou a chorar...
Suas lágrimas caíram do céu
Entristecendo o curumim.
Ele apontou sua flecha
E atirou ao infinito...
...Tupã a recolheu
Encontrando uma mensagem:
“Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem”
contato? Carlostvcdr@yahoo.com.br
Este poema é parte integrante do meu livro (O ANJO E A TEMPESTADE), publicado pela Editora Nelpa (www.nelpa.com.br) fale com o editor Fernando Rafael (editorial@nelpa.com.br) caso queira comprar um exemplar.
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É bom saber que não estamos sós na luta pela preservação ambiental e talvez você tenha uma idéia economicamente viável para compartilhar conosco.
Eu, Wilson Tarciso Giembinsky e minha esposa Benedita somos produtores rurais, biólogos, ambientalistas conscientes e preservacionistas.
Possuímos uma área de aproximadamente 600 hectares de cerrado que estamos recuperando e preservando desde 1978.
Quando a compramos era uma área de cerrado ralo e degradado por fogo colocado todo ano para pastejar a brotação.....
Deixamos a vegetação nativa, protegemos as veredas e conservamos o solo fazendo que a água penetrasse nele, elevando o lençol freático e recuperando nascentes.
O cerrado, antes ralo e praticamente inexistente se recuperou e agora preservado, ocupa a maior parte da área, com vegetação vigorosa e exuberante.
Nas margens das veredas recuperamos e deixamos uma faixa de cerrado de 180 a 200 metros, quando a obrigação legal aqui é de 80 metros.
Nesta área além da flora há uma fauna rica e diversificada, oncinhas pardas, (que comem meus bezerros e carneiros) tatus, capivaras, veados, lobos, raposas, tamanduás, quatis, gambás, macacos, sagüis, lontras, lagartos, teiús, jacarés, sapos, rãs, pererecas, peixes diversos, sucuris, jibóias, cascavéis, corais, jaracuçus, e diversas cobras não venenosas, emas, seriemas, perdizes, codornas, nambus, carcarás, papagaios, araras, tucanos, beija-flores, pica-paus, garças, quero-queros, curicacas, saracuras, e outras diversas aves, abelhas nativas e outros insetos.....
Há um gafanhoto campainha que nunca vi em outro local, canta parecendo um telefone, uma lagartixa (não é lagarto) que passa de 20 centímetros de comprimento.
A vereda do Bimba, coordenadas 17º30’sul, 46º57’ oeste, que só existia na época das chuvas... É perene a mais de 15 anos!
Combatendo as erosões, construindo curvas de nível, bacias de contenção, recuperando a vegetação ciliar até 200 metros das margens e construindo pequenas barragens com sacrifício, dinheiro do próprio bolso e ajuda de vizinhos, (alguns meiaram o diesel) conseguimos torná-la perene, a ponto de vizinhos novos, que já desmataram quase tudo, a usarem para irrigação via pivô central. E continuam desmatando, em breve serão 3 pivôs nesta vereda que antes de 1984 era intermitente. Eu os avisei...
Usávamos aproximadamente 350 hectares na produção de boi verde em cruzamento industrial, nos pastos cultivados com curvas de nível, microbacias e sombreamento. O cerrado esta se recuperando nestes 350 hectares também.
Estamos revertendo o efeito estufa, deixamos de produzir metano e estamos fixando carbono.
No entanto, para continuarmos a recuperar e preservar como todos querem precisamos tornar esta preservação economicamente viável, (vender créditos de carbono, vender cotas de preservação, vender árvores preservadas, vender produção de água pura, patrocínios de preservação, etc...) ou vender a área. Somos teimosos, estamos tentando, mas esta difícil!
Temos recebido propostas de pecuaristas, agricultores, madeireiros e usineiros, mas não gostaríamos de ver isto tudo que recuperamos e preservamos ser depredado, destruído como vem acontecendo nos vizinhos.
Já tentamos créditos de carbono, ONGS preservacionistas, SOS cerrado, ambientalistas e nada!
Até agora não obtivemos sucesso e can$$amos......
Gente que só fala em preservar a área dos outros... Gente que, mobiliza a opinião pública para obter apoio para suas denúncias, mas na hora de agir, de investir, de colocar o discurso em prática, na preservação, no que interessa.... Nada.
Quer água limpa para beber mas nunca bloqueou e recuperou uma erosão, nunca fez uma curva de nível, uma bacia de contenção, uma barraginha, nunca recuperou uma nascente.....
E nem sabe quanto custa tudo isto.
Quer ar puro para respirar, reverter o efeito estufa, mas não preserva e nem paga para quem preserva, só fala, grita, acusa, quer que os outros preservem.
Na hora de colocar o $eu... Não coloca...
Todos eles querem preservar o meio ambiente com o bol$o dos outros, não dão nem uma mãozinha pra preservar pelo menos a água potável para seus netos...
Veja fotos da fazenda WB Traíras anexas e mais na minha página do banco do planeta acessando:,
www.bancodoplaneta.com.br/profile/WilsonTarcisoGiembinsky
Verá áreas de agricultura e pastagens dos vizinhos, onde deveriam ser matas ciliares e em contraste, ao fundo, as áreas de cerrado que recuperamos e preservamos.
Aceitamos sugestões, parcerias, idéias economicamente viáveis, de preferência a curto prazo, ou mesmo vender para quem continue a preservar....
Sabe como? Tem idéias? Tem meios? Faz parceria? Pode ajudar?
Conhece alguém que pode? Tem contatos? Pode neutralizar sua emissão na minha área?
Wilson Tarciso Giembinsky
Fazenda WB Traíras
Caixa postal 115
38600-000 Paracatu MG
tel. 38-9962 5440 ou 34-9805 1074 quando funcionam.....
wbtrairas@yahoo.com.br
Assine contra o Projeto de Lei 6424/2005
“A Amazônia e outras florestas brasileiras estão ameaçadas por um projeto de lei que, se aprovado, autorizará a derrubada de até 50% da vegetação nativa. Contamos com você na divulgação da campanha Meia Amazônia NÃO.
Você pode ajudar!! Veja como em minha página.....Click Aqui!
De: Agamenon Troyan
Quando a natureza despertou
Ele adormeceu em devaneios
Bombardeado com os seus encantos.
Despertado ele passou a observá-la
Em cada detalhe
Em cada canto.
Seus olhos: era o sol
A terra: sua pele trigueira
Seus cabelos: as matas
Os rios: o sangue que lhe corria
Seus pulmões: o ar fresco
Sua voz: o vento
A chuva... Seu pranto!
Ele percorreu a floresta
Subitamente, no meio do caminho
A encontrou deserta
A natureza começou a chorar...
Suas lágrimas caíram do céu
Entristecendo o curumim.
Ele apontou sua flecha
E atirou ao infinito...
...Tupã a recolheu
Encontrando uma mensagem:
“Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem”
contato? Carlostvcdr@yahoo.com.br
Este poema é parte integrante do meu livro (O ANJO E A TEMPESTADE), publicado pela Editora Nelpa (www.nelpa.com.br) fale com o editor Fernando Rafael (editorial@nelpa.com.br) caso queira comprar um exemplar.