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O aviador Gérard Moss, que passou um ano e sete meses sobrevoando o céu do país atrás dos “rios voadores” da Amazônia, nuvens com potencial de precipitação que influenciam nas chuvas do sudeste e sul do Brasil, terminou sua viagem. O resultado, em São Paulo, confirmou o que ele suspeitava: a Floresta Amazônica exerce grande influência nos ciclos pluviais das principais regiões que movimentam a economia do país.

Segundo os dados coletados pelo aviador, a vazão deste “rio imaginário” pode chegar a 3.200 metros cúbicos por segundo (m³/s), mais que a vazão do Rio São Francisco, de 2.800 m³/s, e 27 vezes mais potente que a do Rio Tietê, de 116 m³/s. “Isso dá uma idéia da potência do rio voador. Tal vazão equivale a 115 dias de consumo médio da cidade de São Paulo”, explica.

Por Cristiane Prizibisczki

Mais em O Eco e no site do piloto: http://www.riosvoadores.com.br/

Tags: amazônia, chuvas, floresta

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